Mostrando postagens com marcador 1964. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1964. Mostrar todas as postagens

Os Vips


Os Vips foi uma dupla vocal brasileira formada por Ronaldo Luís Antonucci e Márcio Augusto Antonucci.

Histórico

No iníco da carreira cantavam sozinhos, sob os nomes Ronald Red e Jett Williams, mas no programa de TV Festival dos Bairros, em 1964, resolveram cantar em dupla. Palmeira e Alfredo Corletto, produtores da gravadora Continental, assistiam o programa, e os contrataram.

A primeira gravação da dupla em 1964 foi “Tonight”, composição deles com letra em inglês, incluída no LP da Record “Reino da juventude”, reunindo artistas participantes do programa homônimo apresentado por Antônio Aguilar. O nome da dupla foi escolhido por causa do filme The Vips (1963), com Richard Burton e Elizabeth Taylor, aqui traduzido como Alta Sociedade.

A dupla teve vários sucessos, na grande maioria composições de Roberto Carlos: “A volta” (1966); “Emoção” (1965); “Faça alguma coisa pelo nosso amor” e, com a mudança para a CBS, em 1968, com as músicas também de Roberto: “É preciso saber viver” (1968) e “Largo tudo e venho te buscar”.

Gravaram uma série de versões dos Beatles, como Menina Linda (I Should Have Known Better), Coisas Que Acontecem (Things We Said Today), Obrigado Garota (Thank You Girl), Michelle e Submarino Amarelo.

Em 1968 o programa Jovem Guarda foi cancelado pela TV Record; Márcio acabou se mudando para o Rio para trabalhar na Som Livre, enquanto Ronald permaneceu em Santana para montar negócios com o dinheiro ganho pela dupla. O primeiro empreendimento foi o Vip’s Burguer, de 1968, em Santana. O Vip’s Burguer virou rede, com uma filial aberta na Alameda Jaú, nos Jardins, e outra em Atibaia. Em 1969, teve início o Vip’s Buffet, na Avenida Nove de Julho. O bufê e as lanchonetes foram vendidos, posteriormente.

Em 1970, voltaram à Continental e, sob o nome artístico Márcio e Ronaldo, gravaram sucessos como “Só até sábado” (de Lilían Knapp). Em 1976, a dupla se separou e Márcio se tornou produtor da gravadora Som Livre.

Em 1990, um retorno da Jovem Guarda lotou o Asa Branca no Rio de Janeiro. Reunidos, gravaram um LP ao vivo pela Som Livre (“A volta”, lançado em janeiro de 1991 e que vendeu 300 mil cópias). Em 1995, foi lançado um CD quíntuplo com 29 artistas, capitaneados pelos Vips, para comemorar os 30 anos do movimento, e vendeu 3 milhões de cópias.

Discografia

(1994) Maiores sucessos • Continental • LP
(1991) A volta • Som Livre • LP
(1967) Faça alguma coisa/Volte benzinho • Continental • Compacto simples
(1967) Os Vips • Continental • LPhttp://www.blogger.com/img/blank.gif
(1967) Não interessa saber • Continental • Compacto simples
(1966) A volta/Iá-iá-ô • Continental • Compacto simples
(1966) Tão longe, tão perto/Oração de um broto • Continental • Compacto simples
(1966) Os Vips • Continental • LP
(1966) Choro cantando/Oração/Lá muito/Afinal • Continental • CD
(1966) Submarino amarelo/Procurando • Continental • Compacto simples
(1965) É inutile/Lá muito além • Continental • Compacto simples
(1965) Menina linda/Emoção • Continental • Compacto simples
(1965) Os Vips • Continental • LP
(1965) Menina linda/É inutile/Emoção/Flamengo • Continental • CD
(1965) Afinal chegou/Rostinho triste • Continental • Compacto simples

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

The Fevers


The Fevers é uma banda brasileira de rock e pop formada no Rio de Janeiro em 1964 e associada ao movimento da Jovem Guarda. Fez muito sucesso na segunda metade da década de 1960 e início da década de 1970, vindo se consagrar nos anos 1980 com as aberturas das novelas (Elas por Elas e Guerra dos Sexos, da Rede Globo). O grupo continua em plena atividade até os dias de hoje.

Histórico

Criada em 1964, a banda originalmente se chamava The Fenders e seus membros originais eram Almir (vocais), Liebert (contrabaixo), Lécio do Nascimento (bateria), Pedrinho (guitarra), Cleudir (teclados) e Jimmy Cruise (vocais). Em 1965, Jimmy saiu do grupo e os membros remanescentes decidiram mudar o nome para The Fevers, foi quando entraram mais dois componentes, Miguel Plopschi em 1968 e Luiz Claudio em 1969.

Gravaram seus primeiros discos em 1965 e 1966 pela Philips, os compactos Vamos dançar o letkiss (versão de Letkiss), Wooly Bully (de Domingo Samudio, em versão) e Não vivo na solidão. Em 1966 apareceram no filme Na Onda do Iê-Iê-Iê.

Passando para a Odeon ainda em 1966, revelaram-se um dos mais importantes grupos vocais-instrumentais da Jovem Guarda. Fizeram (muitas vezes sem créditos nos discos) o acompanhamento instrumental de gravações de Eduardo Araújo (O bom), Deny e Dino (Coruja), Erasmo Carlos (os LPs O Tremendão e Você me acende), Roberto Carlos (gravações como Eu te darei o céu e Eu estou apaixonado por você), Golden Boys, Wilson Simonal (faixas como Mamãe passou açúcar em mim), Trio Esperança (LP A festa do Bolinha), Jorge Ben (o LP O bidu/Silêncio no Brooklin) e o primeiro LP de Paulo Sérgio.

O grupo foi eleito melhor conjunto para bailes em 1968 e lançou um LP chamado Os Reis do Baile. No ano de 1968, entra na banda o saxofonista Miguel Plopschi, em 1969 o vocalista Luís Cláudio entrou para a banda cantando os grandes sucessos em inglês; em 1975 entrou Augusto César, no ano seguinte Pedrinho sai da banda. Em 1979, com a saída de Almir, a banda convidou Michael Sullivan que dividiu o vocal com Augusto César.

Em 1982 a música Elas por Elas (Augusto César e Nelson Motta) entrou na abertura da novela da TV Globo colocando o grupo como um dos grandes vendedores de discos e de shows do país. Em 1983, outra abertura de novela: a música Guerra dos Sexos (Augusto César e Cláudio Rabello) trouxe um público mais jovem a conhecer o trabalho do grupo. O componente Miguel Plopschi se desliga da banda e assume a direção artística da gravadora BMG nessa época.

Em 1984, ao fazerem participação especial no LP da recém-criada banda infantil Trem da Alegria, ajudaram a alçá-la ao estrelato, sendo parte fundamental na composição da lendária música Uni Duni Tê, uma das melhores músicas infantis já criadas no Brasil,A voz é do vocalista Augusto Cesar.

Em 1985, entra Miguel Ângelo como tecladista da banda, Michael Sullivan sai no ano seguinte. Em 1988, Augusto César grava um disco solo e convida o talentoso vocalista e guitarrista César Lemos que permanece 3 anos no grupo. Em 1988, é a vez de Cleudir sair.

Na década de 1990, outra mudança na banda: sai César Lemos e entra o guitarrista Rama. Por problemas de saúde, sai o baterista Lécio e entra Darcy. Almir Bezerra retorna à banda depois de 12 anos. Em 1994, Darcy dá lugar ao baterista Otávio. Com essa formação, os Fevers passam a década de 1990 sem fazer muito sucesso.

Em meados de 2000, Almir sai novamente da banda e quem assume o vocal principal agora é Luis Claudio.

Discografia

A Juventude Manda vol. I (1966)
A Juventude Manda vol. II (1967)
The Fevers vol. III (1968)
O Máximo em Festa (1969)
Os Reis do Baile (1969)
The Fevers (1970)
The Fevers (1971)
A explosão musical dos Fevers (1971)
The Fevers (1972)
The Fevers (1973)
The Fevers (1974)
O Sol Nasce Para Todos (1975)
Nadie Vive Sin Amor (Disco Promocional 1975)
The Fevers (1976)
The Fevers (1977)
The Fevers (Disco Promocional Espanhol 1978)
The Fevers (1978)
The Fevers Disco Club (1979)
The Fevers Disco Club (Espanhol 1980)
Fevers 80 (1980)
The Fevers (1981)
Fevers 82 (1982)
Fevers (1983)
A Maior Festa do Mundo (1983)
Fevers 84 (1984)
Fevers (1985)
Fevers (1986)
Fevers (1987)
Fevers (1988)
Fevers (1989)
Fevers (1991)
Fevers - Agora é Pra Valer (1992)
Fevers - A Gente era Feliz e Não Sabia (1995)
Fevers - Só Quero ser Feliz (1996)
Fevers 98 - Vem Dançar (1998)
Fevers Ao Vivo (1999)
The Fevers (2004)
The Fevers - Um história de sucessos (2005)
The Fevers Ao Vivo (2006) - CD e DVD
The Fevers - Vem dançar II (2011)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Os Incríveis


Os Incríveis foi uma banda brasileira de rock e pop dos 60 e 70, formada em São Paulo por Domingos Orlando "Mingo", Waldemar Mozema "Risonho", Antônio Rosas Seixas "Manito", Luiz Franco Thomaz "Netinho" e Demerval Teixeira Rodrigues "Neno", que foi substituído em 1965 por Lívio Benvenuti Júnior "Nenê".

História

Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, em seus shows, tocavam pricipalmente twist, estilo em moda no início da década de 1960. O sucesso veio durante o período da Jovem Guarda, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones", "O Milionário" e "Eu Te Amo, Meu Brasil".

Ao longo dos anos de 1970, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do rock brasileiro, Netinho montou a banda Casa das Máquinas e Manito juntamente com Pedro Baldanza e Pedro Pereira da Silva formaram o famoso grupo progressivo Som Nosso de Cada Dia.

Recentemente, o grupo voltou a se reunir em algumas ocasiões. A banda Engenheiros do Hawaii, regravou uma de suas musicas de sucesso.

Integrantes
Domingos Orlando, "Mingo" - (voz e guitarra)
Waldemar Mozema, "Risonho" - (guitarra)
Antônio Rosas Seixas, "Manito" - (teclados, vocal e sax)
Luiz Franco Thomaz, "Netinho" - (bateria)
Demerval Teixeira Rodrigues, "Neno" - (baixo)
Lívio Benvenuti Júnior, "Nenê" - (baixo)

Discografia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.